Abaixo, trago um vídeo que mostra que o bambu pode ser muito bem utilizado na construção civil. Eu até já tinha feito uma postagem sobre o uso do bambu, como vocês podem conferir clicando aqui, mas ver e ouvir é bem melhor e mais prático. Vejam abaixo:
domingo, 15 de junho de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Aprenda a dobrar camisas com um engenheiro
Dobrar camisas pode ser uma tarefa chata e difícil para alguns, mas com o vídeo abaixo vocês verão que dobrar camisas pode ser uma tarefa bastante fácil e interessante. Assistam o vídeo e confiram:
As outras pessoas que me desculpem, mas esta idéia só poderia sair da cabeça de um engenheiro!
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Dubailand
Está sendo construído em Dubai mais um mega-projeto de Engenharia que irá encher os olhos de todos quando concluído. É a Dubailand, ou Dubailândia em português, o mega-projeto de turismo e entretenimento que ocupará uma área total de 278 km², uma área duas vezes maior que a Disneylândia, na Flórida; o que fará de Dubai o principal ponto de turismo para quem adora parque de diversões.O complexo será dividio em 6 setores:
1. Attractions and Experience World
2. Sports and Outdoor World
3. Eco-Tourism World
4. Downtown
5. Themed Leisure and Vacation World
6. Retail and Entertainment World
Mas para entender detalhadamente cada atração do complexo, recomendo que vejam o vídeo abaixo, que mostra um pouco de cada atração:
Para ver mais fotos (tem fotos das várias maquetes do complexo e algumas das instalações já em construção), cliquem no link abaixo:
http://forum.skyscraperpage.com/showthread.php?t=107822
Vejam também o site oficial:
http://www.dubailand.ae/
http://forum.skyscraperpage.com/showthread.php?t=107822
Vejam também o site oficial:
http://www.dubailand.ae/
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira
Complexo Viário Real Parque



O projeto tem grandes dimensões, além de abranger uma ponte de dois braços que passam sobre o Rio Pinheiros, tem como destaque um mastro de concreto em forma de X com 138 metros de altura, que as sustenta por meio de estais. O complexo viário Real Parque é uma das cinco maiores estruturas da capital paulista.
Estais
Estais são elementos estruturais flexíveis, formados por feixes de cabos de aço. O termo ponte estaiada se refere ao tipo de estrutura, que utiliza estais diretamente conectados a um mastro para sustentar as pistas.
Neste caso, 144 estais mantêm suspensos dois trechos de 900 metros de comprimento. Há entre doze e 25 cabos de aço em cada estai. Juntos, os estais pesam em torno de 462 000 kg. Eles são encapados por um tubo amarelo de polietileno de elevada resistência mecânica, tolerantes a ação de raios ultravioleta, com a função de proteger o aço contra corrosão.
Foi previsto um custo de aproximadamente R$ 184 milhões para a construção do complexo em si, e mais R$ 40 milhões para a sinalização viária, drenagem e pavimentação. A obra foi viabilizada através da venda de CEPACs (Certificados de Adicional de Construção) das regiões próximas.
Para ler o texto na íntegra, Clique Aqui.
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=445341
O Complexo Viário Real Parque é um conjunto de dois viadutos e uma ponte que leva o nome de Ponte Octavio Frias de Oliveira. A obra situa-se nas imediações do bairro do Brooklin Novo, zona sul da cidade de São Paulo.
A obra é também popularmente chamada de Ponte Estaiada Jornalista Roberto Marinho, devido à avenida Jornalista Roberto Marinho, que se conecta à Marginal Pinheiros através do complexo.



O projeto tem grandes dimensões, além de abranger uma ponte de dois braços que passam sobre o Rio Pinheiros, tem como destaque um mastro de concreto em forma de X com 138 metros de altura, que as sustenta por meio de estais. O complexo viário Real Parque é uma das cinco maiores estruturas da capital paulista.
A ponte possui duas pistas estaiadas em curvas independentes de 60º (uma para cada mão) que cruzam o Rio Pinheiros e suas marginais rodoviárias e férreas. No total, cada sentido da ponte tem 290 metros de comprimento. Sob o mastro em "X", que suporta os estais, se cruzam três vias em níveis diferentes: as duas pistas suspensas da ponte e a via marginal de manutenção, no nível do solo. Além disso, uma linha de transmissão elétrica percorre a margem do rio pelo subterrâneo da via de manutenção e o Córrego Água Espraida desagua no rio pinheiros passando por entre os mastros. A torre tem 138 metros de altura, o equivalente a um prédio de 46 andares. Escadas de aço internas à torre, com patamares a cada 6 metros, dão acesso ao mastro para serviços de manutenção.
Estais
Estais são elementos estruturais flexíveis, formados por feixes de cabos de aço. O termo ponte estaiada se refere ao tipo de estrutura, que utiliza estais diretamente conectados a um mastro para sustentar as pistas.
Neste caso, 144 estais mantêm suspensos dois trechos de 900 metros de comprimento. Há entre doze e 25 cabos de aço em cada estai. Juntos, os estais pesam em torno de 462 000 kg. Eles são encapados por um tubo amarelo de polietileno de elevada resistência mecânica, tolerantes a ação de raios ultravioleta, com a função de proteger o aço contra corrosão.
Foi previsto um custo de aproximadamente R$ 184 milhões para a construção do complexo em si, e mais R$ 40 milhões para a sinalização viária, drenagem e pavimentação. A obra foi viabilizada através da venda de CEPACs (Certificados de Adicional de Construção) das regiões próximas.
Para ler o texto na íntegra, Clique Aqui.
Para ver mais imagens da Ponte Octavio Frias de Oliveira, clique no link abaixo:
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=445341
Vejam também o vídeo abaixo, que explica um pouco da construção da ponte:
domingo, 4 de maio de 2008
Durabilidade das Construções
Os slides abaixo, mostram um pouco da importância da durabilidade das construções, é bastante interessante. Confiram abaixo:
segunda-feira, 28 de abril de 2008
A origem do Cimento
A procura por segurança e durabilidade para as edificações conduziu o homem à experimentação de diversos materiais aglomerantes. Os romanos chamavam esses materiais de caementum, termo que originou a palavra cimento.
O engenheiro John Smeaton, por volta de 1756, procurava um aglomerante que endurecesse mesmo em presença de água, de modo a facilitar o trabalho de reconstrução do farol de Eddystone, na Inglaterra. Em suas tentativas, verificou que uma mistura calcinada de calcário e argila tornava-se, depois de seca, tão resistente quanto as pedras utilizadas nas construções.
Coube, entretanto, a um pedreiro, Joseph Aspdin, em 1824, patentear a descoberta, batizando-a de cimento Portland, numa referência à Portlandstone, tipo de pedra arenosa muito usada em construções na região de Portland, Inglaterra. No pedido de patente constava que o calcário era moído com argila, em meio úmido, até transformar-se em pó impalpável. A água era evaporada pela exposição ao sol ou por irradiação de calor através de cano com vapor. Os blocos da mistura seca eram calcinados em fornos e depois moídos bem finos.
Poucos anos antes, na França, o engenheiro e pesquisador Louis Vicat publicou o resultado de suas experiências contendo a teoria básica para produção e emprego de um novo tipo de aglomerante: o cimento artificial.
Aquele produto, no entanto, exceto pelos princípios básicos, estava longe do cimento Portland que atualmente se conhece, resultante de pesquisas que determinam as proporções adequadas da mistura, o teor de seus componentes, o tratamento térmico requerido e a natureza química dos materiais.
O cimento Portland desencadeou uma verdadeira revolução na construção, pelo conjunto inédito de suas propriedades de moldabilidade, hidraulicidade (endurecer tanto na presença do ar como da água), elevadas resistências aos esforços e por ser obtido a partir de matérias-primas relativamente abundantes e disponíveis na natureza. A criatividade de arquitetos e projetistas, a precisão dos modernos métodos de cálculo e a genialidade dos construtores impulsionaram o avanço das tecnologias de cimento e de concreto, possibilitando ao homem transformar o meio em que vive, conforme suas necessidades. A importância deste material cresceu em escala geométrica, a partir do concreto simples, passando ao concreto armado e finalmente, ao concreto protendido. A descoberta de novos aditivos, com a sílica ativa, possibilitou a obtenção de concreto de alto desempenho (CAD), com resistência à compressão até 10 vezes superiores às até então admitidas nos cálculos das estruturas.
Obras cada vez mais arrojadas e indispensáveis, que propiciam conforto, bem-estar - barragens, pontes, viadutos, edifícios, estações de tratamento de água, rodovias, portos e aeroportos - e o contínuo surgimento de novos produtos e aplicações fazem do cimento um dos produtos mais consumidos da atualidade, conferindo uma dimensão estratégica à sua produção e comercialização.
O engenheiro John Smeaton, por volta de 1756, procurava um aglomerante que endurecesse mesmo em presença de água, de modo a facilitar o trabalho de reconstrução do farol de Eddystone, na Inglaterra. Em suas tentativas, verificou que uma mistura calcinada de calcário e argila tornava-se, depois de seca, tão resistente quanto as pedras utilizadas nas construções.
Coube, entretanto, a um pedreiro, Joseph Aspdin, em 1824, patentear a descoberta, batizando-a de cimento Portland, numa referência à Portlandstone, tipo de pedra arenosa muito usada em construções na região de Portland, Inglaterra. No pedido de patente constava que o calcário era moído com argila, em meio úmido, até transformar-se em pó impalpável. A água era evaporada pela exposição ao sol ou por irradiação de calor através de cano com vapor. Os blocos da mistura seca eram calcinados em fornos e depois moídos bem finos.
Poucos anos antes, na França, o engenheiro e pesquisador Louis Vicat publicou o resultado de suas experiências contendo a teoria básica para produção e emprego de um novo tipo de aglomerante: o cimento artificial.
Aquele produto, no entanto, exceto pelos princípios básicos, estava longe do cimento Portland que atualmente se conhece, resultante de pesquisas que determinam as proporções adequadas da mistura, o teor de seus componentes, o tratamento térmico requerido e a natureza química dos materiais.
O cimento Portland desencadeou uma verdadeira revolução na construção, pelo conjunto inédito de suas propriedades de moldabilidade, hidraulicidade (endurecer tanto na presença do ar como da água), elevadas resistências aos esforços e por ser obtido a partir de matérias-primas relativamente abundantes e disponíveis na natureza. A criatividade de arquitetos e projetistas, a precisão dos modernos métodos de cálculo e a genialidade dos construtores impulsionaram o avanço das tecnologias de cimento e de concreto, possibilitando ao homem transformar o meio em que vive, conforme suas necessidades. A importância deste material cresceu em escala geométrica, a partir do concreto simples, passando ao concreto armado e finalmente, ao concreto protendido. A descoberta de novos aditivos, com a sílica ativa, possibilitou a obtenção de concreto de alto desempenho (CAD), com resistência à compressão até 10 vezes superiores às até então admitidas nos cálculos das estruturas.
Obras cada vez mais arrojadas e indispensáveis, que propiciam conforto, bem-estar - barragens, pontes, viadutos, edifícios, estações de tratamento de água, rodovias, portos e aeroportos - e o contínuo surgimento de novos produtos e aplicações fazem do cimento um dos produtos mais consumidos da atualidade, conferindo uma dimensão estratégica à sua produção e comercialização.
Texto retirado deste Link.
Vejam também a animação abaixo, que também fala sobre a origem do cimento:
sábado, 22 de março de 2008
Tecnologia do Concreto
O slide abaixo, mostra a utilização do concreto na construção civil, falando sobre suas propriedades, com alguns gráficos interessantes; e também fala um pouco sobre as mudanças nas normas da ABNT. Vale a pena dar uma conferida.
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