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sexta-feira, 21 de março de 2008

The Pentominium - o maior prédio residencial do mundo

Já está em construção mais uma obra cheia de superlativos em Dubai: O Pentominium, o edifício que será quando pronto o maior prédio residencial do mundo e o segundo maior de todos os prédios, perdendo apenas para o Burj Dubai, que ainda segue em construção. O Pentominium terá 516 metros de altura, 120 andares e está previsto para ser concluído em 2011.


Abaixo, o local onde será a sua construção:


E abaixo, uma comparação com os maiores prédios do mundo:


Abaixo, um vídeo que mostra em detalhes como ficará o Pentominium:



Vejam também o site oficial:

http://www.pentominium.com/


quarta-feira, 19 de março de 2008

Ponte Juscelino Kubitscheck - JK

A Ponte Juscelino Kubitschek, também conhecida como Ponte JK, está situada em Brasília, ligando o Lago Sul, Paranoá e São Sebastião à parte central do Plano Piloto, através do Eixo Monumental, atravessando o Lago Paranoá. Inaugurada em 15 de dezembro de 2002, a estrutura da ponte tem um comprimento de travessia total de 1200 metros, largura de 24 metros com duas pistas, cada uma com três faixas de rolamento, duas passarelas nas laterais para uso de ciclistas e pedestres com 1,5 metros de largura e comprimento total dos vãos de 720 metros.


A estrutura da ponte tem quatro apoios com pilares submersos no Lago Paranoá e os três vãos de 240 metros são sustentados por três arcos assimétricos e localizados em planos diferentes, com cabos tensionados de aço colocados em forma cruzada, o que geometricamente faz com que os cabos formem um plano parabólico. Com seus arcos assimétricos, a estrutura em três arcos, inspirados "pelo movimento de uma pedra quicando sobre o espelho d'água", é única no mundo, comparável em forma mas não em sistema estrutural, como a passarela do Aquário Público do Porto de Nagoya, Japão. Inicialmente orçado em 1998 em R$40 milhões, estima-se que o custo total de construção foi de R$ 160 milhões. Sua beleza arquitetônica resultou num projeto estrutural de grande complexidade, mas apesar do custo adicional, o Governo do Distrito Federal considerou indispensável que a ponte estivesse ao nível da monumentalidade com que Brasília foi projetada.


Inaugurada em 15 de dezembro de 2002, a ponte rapidamente virou mais um ícone de Brasília estampado em cartão postal, especialmente à noite, quando sua teatralidade fica ainda mais em destaque. Devido a qualidades estéticas e harmonia ambiental da Ponte JK, o arquiteto da obra, Alexandre Chan, recebeu em 2003 a Medalha Gustav Lindenthal, outorgada pela Sociedade dos Engenheiros do Estado da Pensilvânia, EUA. Por causa deste prêmio, a estrutura ficou localmente conhecida como a ponte mais bela do mundo. A ponte também foi a vencedora do Prêmio Abcem 2003 – Melhores Obras com Aço do Ano, na Categoria Pontes e Viadutos, outorgado pela Associação Brasileira da Construção Metálica.


Apesar de ser um projeto premiado internacionalmente, em particular como uma das primeiras pontes tensionadas e high-tech do Brasil, alguns críticos consideram que a sua imagem representa uma ruptura no padrão da paisagem modernista da cidade, destacando-se excessivamente na paisagem.


Números da Obra

Comprimento: 1200 metros.
Raio de Curvatura: 3150 metros.
Largura do Tabuleiro: 26,10 metros com 2 pistas de 3 faixas cada mais 2 passeios para pedestres.
Altura do Tabuleiro: 18 metros acima do nível da água.
Arcos: 3 arcos centrais, aço SAC-41, vãos 240,00m cada, com 2 pontos de apoio cada, travessias em diagonal sobre o tabuleiro, sustentação do mesmo por estais de aço presos aos arcos, altura máxima dos arcos 60,00m acima do nível da água, mais diversos vãos complementares de 48,00m
Acessos: 5 vãos de 45 a 58 metros, sustentados por 10 apoios.
Peso: 12.067 toneladas
Estrutura auxiliar: 1.309 toneladas
Peso total das camisas metálicas: 3.000 toneladas
Área do tabuleiro: 28.800 m²
Volume de concreto: 38.900 m³
Rampa da Ponte: 2,25% (ascendente para o vão central)
Profundidade do lago no local da obra: 23 metros.

Parte do texto retirado deste Link.


Para saber mais sobre a Ponte JK, vejam também:

http://www.metalica.com.br/pg_dinamica/bin/pg_dinamica.php?id_pag=654

http://www.cbca-ibs.org.br/nsite/site/ponte_jk.asp

sábado, 15 de dezembro de 2007

100 anos de Oscar Niemeyer

Hoje Oscar Niemeyer completa 100 anos de vida. E então abro este espaço no blog para fazer uma justa homenagem para este renomado arquiteto conhecido mundialmente que muito contribuiu para o progresso da arquitetura e da engenharia no Brasil e, por que não, no mundo inteiro também, com suas belíssimas criações.

Oscar Niemeyer nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 15 de dezembro de 1907, e se formou arquiteto em 1934. Entre os anos de 1940 e 1944, a pedido do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, projeta o complexo arquitetônico da Pampulha, até hoje lembrado como uma de suas principais criações. Em 1956, a pedido mais uma vez de Kubitschek, agora como presidente do Brasil, participa com os seus desenhos da construção da cidade de Brasília, criada para ser a capital do Brasil.

Niemeyer ainda tem uma série de construções no seu currículo, como o conjunto do Parque Ibirapuera, o Edifíco Copan, o Memorial da América Latina, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, dentre outras.

Abaixo, vejam as fotos de algumas construções idealizadas por Niemeyer:

Fotos da Igreja da Pampulha em Belo Horizonte, MG


Edifício Copan, São Paulo-SP


Memorial da América Latina, também em São Paulo.


Museu de Arte Contemporânea de Niterói


Imagem da cidade de Brasília

Catedral de São Lucas, em Brasília

Palácio da Alvorada

Congresso Nacional


Museu Oscar Niemeyer em Curitiba, PR


Vejam ainda um vídeo feito pela TV Câmara sobre a vida pessoal e profissional de Oscar Niemeyer Clicando Aqui.

Para saber mais sobre a vida de Oscar Niemeyer, veja o link abaixo:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Niemeyer


Vejam também o site da Fundação Oscar Niemeyer:

http://www.niemeyer.org.br/



segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Estádio da Fonte Nova é o pior do país, avalia relatório

O estádio da Fonte Nova, em Salvador, foi apontado como o pior do país em um relatório do Sindicato de Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco).

De acordo com o arquiteto e responsável pelo estudo, Eduardo de Castro Mello, entre os meses de agosto e outubro, foram visitados 29 estádios em 17 capitais e na cidade de Santos (SP).

“O que aconteceu ontem é típico de um estádio em que não houve uma preocupação com manutenção. É um problema que ocorre em diversos estádios”, disse referindo-se ao acidente que matou sete pessoas depois da queda de uma arquibancada durante a partida entre o Bahia e o Vila Nova. As vítimas caíram de uma altura de 15 metros.

Fotos da Fonte Nova após o desabamento.

De acordo com o relatório, a Fonte Nova possui instalações físicas precárias. O documento aponta a depreciação do estádio e cita itens como falta de higiene, sanitários sem manutenção, falta de segurança, ruínas em arquibancadas, corrosão no tubo do sistema de aquecimento dos vestiários, precariedade e comprometimentos das estruturas como vigas e pilares. O relatório é ilustrado com fotos do local.

O objetivo era fazer uma vistoria em estádios que possam abrigar competições da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil. Inaugurado em 1951, o estádio Octávio Mangabeira (nome original) tem capacidade para 60 mil pessoas. De acordo com o documento do Sinaenco, o público das partidas de futebol já chegou a 110 mil pagantes.

“Para a Copa, o mais indicado seria construir um estádio novo em outro local que tenha possibilidade de circulação de estacionamento e maior facilidade de acesso”, afirmou Mello, sobre o estádio baiano.

Ele ainda ressaltou que “nenhum dos estádios visitados estão preparados para receber a Copa”. Até os primeiros colocados como Maracanã, Engenhão, Morumbi, Arena da Baixada e Mangueirão apresentam problemas.

Os resultados do relatório ainda não foram apresentados às autoridades. A divulgação está marcada para os próximos dias 29 e 30, durante a realização do 8º Encontro Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Enaenco), em São Paulo.


Texto retirado deste Link.

Vejam mais informações sobre o acidente clicando Aqui, Aqui e Aqui.

domingo, 18 de novembro de 2007

Peça cerâmica propõe fim à umidade

Uma empresa de Sangão teve uma idéia inédita e eficaz para resolver um velho problema de muitas obras: a umidade na parede. A Cerâmica Vedante criou uma peça cerâmica que, colocada sobre o alicerce da construção, impermeabiliza a parede e impede o surgimento da umidade. A solução, segundo Paulo Eduardo Espíndula, engenheiro civil que ajudou a desenvolver a peça, é mais eficaz que os métodos tradicionais, como a mistura de produtos para vedação no cimento. "As peças são tratadas uma a uma antes e depois da queima", afirma.

O tratamento a que Espíndula se refere é a mistura da substância impermeabilizante (que a empresa compra de terceiros) na argila utilizada para a fabricação da peça cerâmica e a aplicação de mais uma camada do produto depois que ele é queimado no forno. O engenheiro civil explica que o Vedante cria uma superfície maior de impermeabilização que os materiais comumente utilizados e que acabam não desempenhando o papel corretamente com o passar do tempo e com a ação da água.

Segundo ele, a água do solo sobe pelas paredes até a altura máxima de 1,5 metro, causando a umidade, da qual surge o mofo, o descascamento da pintura da parede e o esfarelamento do reboco. "A umidade acaba oxidando os materiais e faz com que eles percam o poder ligante. Por isso em paredes onde há muita umidade, o reboco esfarela dando a impressão que foi feito somente de areia, sem o cimento", diz.

Antônio Berto Salvan, técnico em cerâmica da empresa, afirma que iniciou os estudos para o desenvolvimento da peça há cerca de cinco anos. Três deles foram destinados à pesquisa e às experiências com diferentes substâncias e o restante, aos testes em laboratórios, como o do Centro de Tecnologia de Materiais do Senai Criciúma (CTCMat) e no Laboratório de Cerâmica do Sindicato da Indústria de Cerâmica Vermelha (Sindcer), em Morro da Fumaça. Segundo Salvan, a empresa também teve a consultoria de especialistas na área.

Produto foi desenvolvido pensando na qualidade e na competitividade, mas o desafio maior da empresa era desenvolver um produto "bom, bonito e barato". Segundo Espíndula, a maior dificuldade não estava em criar uma peça com qualidade, mas sim algo de qualidade com um preço competitivo. E a empresa parece ter conseguido alcançar o objetivo. Valdinei de Souza, diretor financeiro da cerâmica, afirma que a utilização do sistema de impermeabilização da Vedante custa 20% a mais que o sistema convencional e significa 1,1% do valor total da obra. Mas a relação custo-benefício é vantajosa, garantem os idealizadores da peça revolucionária. O engenheiro civil enumera as vantagens. "Com o sistema tradicional, após a impermeabilização é necessário esperar dois dias para a secagem. Com o nosso não há necessidade desse tempo de espera. A peça Vedante tem uma resistência de 4,5 mpa (megapascal), e a exigência técnica do Inmetro é de 1,5 mpa". As peças cerâmicas vendantes são padronizadas conforme as especificações do Inmetro. Elas podem ter 14, 11,5 ou 9 centímetros de largura e todas possuem 20 centímetros de comprimento.

Espíndula afirma que muitas vezes os sistemas de impermeabilização são ineficientes porque a aplicação deles é feita de maneira incorreta. Utilizar produtos inadequados, em desacordo com as normas de aplicação recomendada e a danificação no sistema por falta de cuidados nas outras etapas da obra são alguns dos problemas mais freqüentes, segundo o engenheiro civil. "Por isso é importante que quem aplique o sistema siga as instruções do fabricante", afirma.

Texto retirado deste Link.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Missão ao Golfo Arábico vai explorar oportunidades para o setor de construção

O mercado de construção civil nos países do Golfo Arábico tem crescido a uma taxa média de 11,6% ao ano. De olho nas oportunidades oferecidas por esta expansão, a Agência de Promoções de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil) está promovendo uma Missão Empresarial àquela região. Programada para o mês de novembro, a missão foi lançada no dia 20 de setembro, durante um seminário promovido pela APEX-Brasil em parceria com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB).

No seminário, 70 empresários brasileiros do setor de construção civil receberam informações sobre investimentos dos setores público e privado no Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos, além de dados sobre as principais obras em andamento e projetos em desenvolvimento na região.

A missão, que acontece de 18 a 30 de novembro, vai visitar o Kuwait, o Catar e os Emirados Árabes Unidos, com o objetivo de prospectar os mercados destes países e estreitar relações comerciais. A programação inclui encontros com empresários locais; palestras sobre oportunidades de negócios naquela região, mercados, práticas comerciais, aspectos jurídicos e culturais; além de visitas técnicas a obras e redes varejistas dos três países.

A expansão das exportações de petróleo impulsionou a economia destes países nas ultimas décadas, provocando uma onda de modernização e desenvolvimento, crescimento da oferta de empregos e aumento dos padrões de vida da população. Isso abriu mercado para a importação em diversos segmentos. O setor de construção civil é um dos mais promissores, com perspectivas de investimentos de até U$S 1 trilhão nos próximos anos, de acordo com estudos realizados pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

No Kuwait, por exemplo, a previsão de investimentos neste setor é de US$ 11 bilhões para os próximos cinco anos e no Catar, a expectativa é que US$ 49 bilhões sejam aplicados em empreendimentos que incluem a construção de um novo aeroporto e oito hotéis de luxo.

Os Emirados Árabes Unidos, cuja população de 5 milhões de habitantes deve dobrar até 2012 é o grande destaque. Somente em Dubai há 25 grandes projetos sendo iniciados, entre eles o parque de diversões Dubailand, que prevê investimentos de US$ 5,7 bilhões e a construção de ilhas privadas no formato do mapa-múndi, no valor de US$ 4 bilhões. A missão termina neste país, onde acontece a feira internacional de construção The Big Five Show.


Para ler o texto na íntegra, Clique Aqui.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Maracanã em 2014

Agora que o Brasil foi anunciado oficialmente como sede da Copa de 2014, eu mostrarei aqui no blog os estádios que serão utilizados durante a copa e também os projetos que serão descartados durante a seleção. Começarei pelo Maracanã, provável estádio da final da Copa.
O Maraca sofrerá mais uma reforma para modernizar ainda mais o estádio para que atenda a todas as normas da Fifa (sinceramente, eu acho que o estádio deveria ser demolido e ser feito outro no lugar; o estádio da final da copa não pode ser um estádio feito em 1950, para a copa de 50).
Abaixo, segue as fotos de como ficará o estádio em 2014.

Acima, o Maracanã como está hoje.

E as quatro imagens acima mostra como ficará o Maracanã em 2014.